Vereador de Balneário Camboriú reagiu nas redes sociais após deputado federal chamar Eduardo Bolsonaro de “frouxo” e “fraco”.
O vereador de Balneário Camboriú, Jair Renan Bolsonaro (PL), desafiou o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP) após o parlamentar chamar seu irmão, Eduardo Bolsonaro, de “frouxo” e “fraco”. A troca de acusações ocorreu pelas redes sociais.
A discussão começou após declarações de Eduardo Bolsonaro durante a inauguração de uma emissora de televisão nos Estados Unidos, na última quarta-feira (29). No discurso, o ex-deputado federal afirmou ser alvo de perseguição política e disse temer ser preso caso retorne ao Brasil.
Ao comentar sobre Kim Kataguiri e integrantes do partido Missão, Eduardo afirmou:
“Ainda vou voltar ao Brasil e dá vontade de pegar na porrada esse moleque.”
A declaração provocou reação imediata de Kim Kataguiri, que respondeu na quinta-feira (30), por meio da rede social X.
“Eduardo Bolsonaro disse que vai me bater? Vem aqui tentar, seu frouxo!”
Em um vídeo publicado na mesma rede social, o deputado voltou a criticar o ex-parlamentar.
“Você não tinha coragem de debater comigo. Vai ter coragem de me bater? Você quer fingir para quem, cara? Você é um frouxo, você é um fraco.”
Em outro trecho, Kim acrescenta:
“Você é um frouxo. Você tem o dobro do meu tamanho, mas eu tenho certeza absoluta de que não tem coragem de bater em ninguém.”
A publicação também motivou uma manifestação de Jair Renan Bolsonaro, que saiu em defesa do irmão.
“Em 2027 vou estar na Câmara e ele pode me procurar e falar da minha família na minha cara.”
Jair Renan Bolsonaro é vereador em Balneário Camboriú pelo Partido Liberal (PL) e é pré-candidato a deputado federal.
Kim Kataguiri é deputado federal por São Paulo e um dos fundadores do partido Missão, legenda pela qual tentará a reeleição neste ano.
Eduardo Bolsonaro vive atualmente nos Estados Unidos com a família. Ele chegou a ser cotado para disputar uma vaga de suplente ao Senado nas eleições deste ano, mas desistiu da candidatura após consultar advogados. O ex-parlamentar está inelegível desde junho de 2026.
